Today & We Choose Faces, do I Love You But I've Chosen Darkness.
Escutem.
Sabe naqueles filmes, quando o conflito-premissa quase todo se desenvolveu, a decadência já veio e antes do último suspiro e morte, vem um leve choque de otimismo final, que só garante o fim?
Well, explicando num gráfico tosco de paintbrush:
Escutem.
Sabe naqueles filmes, quando o conflito-premissa quase todo se desenvolveu, a decadência já veio e antes do último suspiro e morte, vem um leve choque de otimismo final, que só garante o fim?
Well, explicando num gráfico tosco de paintbrush:
Essa(s) música(s) é trilha sonora perfeita numa cena assinalada no X. De preferência num take noturno.
Aliás, esse é mais ou menos o padrão que segue todas as estórias, ao meu ver. Um desenrolar, clímax, e antes que a decadência se conclua, sempre vem um momento forte de "cara, finalmente as coisas estão se resolvendo, acho que há futuro". Até o momento que Deus se cansa de brincar de Lego (entenda que a humanidade são os bonequinhos amerelos) e puft: tragédia.
Foi assim com D. Munhóz, com G.Lôbo, com P.Cavalcante. Lembro até as datas e eventos.
Encontros matinais em frente ao IESB dentro de um Renault Clio Azul Glacê. Carta de novembro de 2002. Presentes de aniversário.
Deveria escrever o roteiro de um filme. Pode ser uma comédia.

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