Hoje, ao caminhar as estradinhas terrosas em direção à UnB, como faço todo dia útil, acabou que no meu Ipod surgiu esta música: You Don’t Own Me, da cena final do filme The First Wives Club (O Clube das Desquitadas), cantada por Bette Midler, Diane Keaton e Goldie Hawn. Fui atingido por um turbilhão de emoções e, em plena nove e cinqüenta da manhã, terminei meu caminho cantando a altos pulmões, pulando e levantando mais poeira na minha roupa (my soiled pants), debaixo daquele sol forte que sempre odiei, mas na hora enfrentei tudo com veêmencia. (Eu sei, mais gay impossível. ¬¬)
Mas valeu a pena.
O interessante é que o filme se trata da minha estória atual: ser abandonado.
E o longo trajeto de lidar com isso, realizar frutífera ou infrutiferamente suas vinganças mesquinhas e juvenis, passar por todas as fases da amargura a aceitação, enterrar o amor que não mais existe.
Levantar a auto-estima. Recobrar sua juventude, sua energia. Juntar os caquinhos do coração e colocar novamente dentro do peito, ser feliz sozinho.
E sumir.
A cena final desse filme é linda: as três, de branco, cantando e dançando. Enquanto a câmera fica parada mirando aquelas mulheres (abandonadas?) irem embora, having the time of their lives, sumindo nas ruas desertas e ameaçadoras de NY, e o filme se acabar.
Não é demais? Tudo que preciso: escapismo, fuga, evasão e uma dose potente de auto-estima e auto-suficiencia.
Mas valeu a pena.
O interessante é que o filme se trata da minha estória atual: ser abandonado.
E o longo trajeto de lidar com isso, realizar frutífera ou infrutiferamente suas vinganças mesquinhas e juvenis, passar por todas as fases da amargura a aceitação, enterrar o amor que não mais existe.
Levantar a auto-estima. Recobrar sua juventude, sua energia. Juntar os caquinhos do coração e colocar novamente dentro do peito, ser feliz sozinho.
E sumir.
A cena final desse filme é linda: as três, de branco, cantando e dançando. Enquanto a câmera fica parada mirando aquelas mulheres (abandonadas?) irem embora, having the time of their lives, sumindo nas ruas desertas e ameaçadoras de NY, e o filme se acabar.
Não é demais? Tudo que preciso: escapismo, fuga, evasão e uma dose potente de auto-estima e auto-suficiencia.
Ai ai, um tempo difícil me vem pela frente, mas nós estamos enfrentando.
Porque “a luta é dura, mas para quê estamos aqui senão para lutar?”
E sim, é difícil lidar com essa liberdade, esse mundo de possibilidades, essa incerteza. Mas, mesmo duvidoso e trôpego, sempre fui forte para chegar até aqui. Natural que eu tenha de conquistar mais, accepting hardship as a path to peace.
Fica aqui o vídeo, porque é uma ótima música, uma interessante letra e uma lindíssima cena.
Porque “a luta é dura, mas para quê estamos aqui senão para lutar?”
E sim, é difícil lidar com essa liberdade, esse mundo de possibilidades, essa incerteza. Mas, mesmo duvidoso e trôpego, sempre fui forte para chegar até aqui. Natural que eu tenha de conquistar mais, accepting hardship as a path to peace.
Fica aqui o vídeo, porque é uma ótima música, uma interessante letra e uma lindíssima cena.
Have fun.

5 comentários:
Que máximo!!! Já vi e revi esta cena umas quinhetas vezes!!! E não é que essa catarse toda funciona?
Já cantei com elas, já cantei com a Gaynor, já cantei com a Whitney, daí no final a gente mistura todas as letras e sai com um espírito mais ou menos assim:
"It's not right but It's ok", "You don't own me", "I will survive"!!! risos....
Histórias do coração!!! A gente sofre, fica doente, se desespera, mas passa aquele tempo do processo de cura e se cura, sem mal poder esperar pra se apaixonar tudo de novo... do mesmo jeitinho, né?
E aí fica cor-de-rosa e toda besta como se NUNCA tivesse sofrido na vida =)
E ainda bem! Pq no fundo... não é isso que a gente quer?
Adorei o seu blog... posso botar nos favoritos?
Bjinho pra vc.
Cheguei até aqui pelo blog da Elenita. Desculpa a invasão.
Gostei muito do seu post, quem já não se sentiu abandonado um dia? Mas o poder q todos nós temos de nos reerguer é fantástico. Logo somos tomados por um novo amor e tudo volta a sorrir dentro de nós.
Mas eu tenho aprendido q ser feliz sozinho é tão bom, pq dai quando esse novo amor chegar a gente só compartilha não se espera q o outro nos faça feliz. Pq dai se ele for embora essa sensação volta de novo.
Fique bem!!
Beijos
Disse tudo, precisamos muito dessa disciplina e eu estou caminhando e convido vc a caminhar tb.
Posso linkar teu blog?
Ótimo final de semana!
Beijos
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Your are Nice. And so is your site! Maybe you need some more pictures. Will return in the near future.
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